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Brighton Promettes and why they should be remembered

August 30, 2019

Never heard about them before...! I found out while looking for a Pathé film... Did you ever know that a lot of girls in the 50s used to take this as a part time job? And what was that... being a 'promette'?

 

Well, the Promettes were polite and presentable women employed by Brighton Corporation based in a seafront caravan, tasked with helping to show visitors around. 

 

They were a team of glamorous city guides who promenaded the seafront to offer advice, directions and assistance to visiting tourists. They had to meet strict standards to get job, like dressing in sharp-cut uniforms, with white gloves, and black suede shoes. In the Fifties when sexism was rife, only attractive women could apply.

 

If we go back in time, we can imagine how difficult would be not to be understanded in a foreign country where no one spoke your language... It must have been perfect to have someone to help people with their chairs, posting their cards or if somebody got sunburnt or was not feeling well, telling them where they needed to go.

 

If this existed nowadays, I dare to say that feminists would hate to see this. But the truth is we still have something like that in small parts of our society, in our everyday life, we just have to fly on an airplane (for instance). And is that bad? Doesn't everyone like to be treated kindly by women (and men) on board?

 

Watch the video below!

Nunca ouvi falar delas antes ...! Descobri enquanto procurava um filme da Pathé... E vocês já sabiam que muitas raparigas nos anos 50 costumavam ter este como trabalho part time? E o que era isso, afinal, de se ser uma "promette"?

 

Bem, as Promettes eram mulheres educadas e bem vestidas, ​​empregadas pela Corporação Brighton com base numa caravana à beira-mar, encarregadas de ajudar a mostrar Brighton aos visitantes.

 

Eram uma equipa glamourosa de guias da cidade que passeava pelo mar para oferecer conselhos, orientações e assistência aos turistas que estavam de passagem. Elas precisavam de cumprir padrões rígidos para conseguir o emprego, como vestir uniformes de corte preciso, luvas brancas e sapatos de camurça preta. Nos anos 50, altura em que o sexismo era muito, somente mulheres atraentes podiam candidatar-se.

 

Se voltarmos atrás no tempo, podemos imaginar como seria difícil não se ser compreendido num país estrangeiro onde ninguém falava a sua língua ... Era, por isso, mais do que perfeito ter alguém para ajudar as pessoas com as suas cadeiras, a colocar os seus postais no marco do correio ou se alguém tivesse apanhado um escaldão ou não estivesse a sentir-se bem, a dizer-lhes onde precisavam de ir.

 

Se isto existisse hoje em dia, atrevo-me a dizer que as feministas iam odiar ver isto. Mas a verdade é que ainda temos situações parecidas em pequenas partes de nossa sociedade, na nossa vida quotidiana, basta para isso voarmos num avião (por exemplo). E isso é mau? Não gostam todos de serem bem tratados por mulheres (e homens) a bordo?...

 

Vejam o vídeo abaixo!

 

 

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