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9 things I discovered watching Netflix 'The Last Czars'

July 20, 2019

Netflix has a new series about the Romanov family, the last Russian royal family. I watched it last weekend and I'm glad I did it. 

I didn't know but July (16) marks the 100th anniversary of the execution of Tsar Nicholas II of Russia, his wife Alexandra, and their five children, Olga, Tatiana, Maria, Anastasia, and Alexei. That ended the Romanov family's 300-year iron rule of the imperial throne.

 

I highly recommend you to watch the documentary "The Royal House of Windsor" (Netflix) as well. So, these are the things I found watching the new series:

 

1. Their modern relatives include members of British royal family, including Prince Harry and Prince William. Queen Elizabeth's husband Prince Philip is related to the Romanovs through both his mother and his father. Philip is the grandnephew of Alexandra Romanov (Nicholas II's wife),  the last Tsarina of Russia. 


The Queen's first cousin, Prince Michael of Kent, is also uniquely related to the Romanovs. He's the grandson of Grand Duchess Elena Vladimirovna of Russia, who was a first cousin of Nicholas II.

 

2. In fact, when the remains of two children thought to be Maria and Alexei Romanov were found in a field in 2007, it was Prince Philip's DNA that was used to identify them, news which was revealed in 2016.

 

3. Queen Elizabeth II and all of her descendants are also related to the Romanovs through Queen Victoria, as she was Tsarina Alexandra's grandmother. Alexandra's mother was Victoria's second daughter, Princess Alice. Queen Elizabeth II is a great-great-granddaughter of Queen Victoria.

 

4. The love story between Tsarina Alexandra and Tsar Nicholas II of Russia had a lot of similarities with Queen Victoria and Albert's story. Both couples were truly in love when they married. Something peculiar, during a time when royalty almost exclusively married royalty.

 

5. Tsarina Alexandra brought to the relationship with Tsar Nicholas paranoia, mystical fanaticism, and a vindictive will. Queen Victoria of England, regarded her as too unstable to succeed as empress. 


The personal inadequacies of Nicholas and Alexandra led them both to seek support and advice from Grigori Rasputin, a holy man whose notorious sexual promiscuity, hard drinking, and corrupt and inept political machinations in their name further isolated the couple from the government and people of Russia. 


Across the episodes, the close relationship between Rasputin and the Tsar’s wife Alexandra is dramatised on screen. The Tsarina’s trust and faith in Rasputin allowed him to get very close to the Russian family and have a considerable level of power. Unfortunately, we will never know if Rasputin and Alexandra actually had an affair or not as there is no proof. Alexandra did write numerous letters to Rasputin, which could be interpreted in a romantic way, but there is no evidence in the letters to suggest they were actually having an affair.

 

6. Alexandra brought the "royal disease" (hemophilia) into the family and passed it to her son, the imperial heir, Tsarevich Alexei, undermining the power of the family and distorting their interests. Haemophilia is a rare condition which affects the blood’s ability to clot. Britain’s Queen Victoria, passed the mutation, through two of her five daughters, Princess Alice and Princess Beatrice, to various royal houses across the continent, including the royal families of Spain, Germany and Russia.

 

7. By the time the killers fired against the family, the children were in effect wearing bulletproof vests. The Romanovs were famed for their collection of jewelry, and they had left Petrograd with a large cache of diamonds hidden their baggage. During the last months they had sewn the diamonds into specially made underwear in case they needed to fund an escape.

 

8.  "The Last Czars" begins each episode with an imposter pretending to be the Grand Duchess Anastasia Nikolaevna of Russia. In 1920, a woman from Borowihlas, West Prussia, appeared in Berlin after jumping from a bridge, claiming to the Princess Anastasia of the Romanov Dynasty. Ever since the assassination of the Romanov family on July 17, 1918, rumours circulated that she had escaped.


These rumours spread due to the fact no remains of the royal family had been located until the 1990s. There were even contemporary reports of Bolshevik soldiers and the KGB searching trains and houses for Anastasia which only gave credit to the rumours. But the woman who turned up in Berlin was not the real Anastasia.

 

9. Nicholas II was also a cousin of Prince George V, grandson of Queen Victoria. They were very lookalike and they used to visit each other very often. In the 15 months from his abdication to his death, royal relations still in power debated if and how they should grant the family asylum, with many of the Romanov descendants believing King George V of England could have saved them.


George V expressed his concern for his cousins in private letters, but he knew the situation was precarious as most Brits at the time called the former tsar “Bloody Nicholas.” 

 

They also despised the German-born Alexandria just as much, as anti-German sentiment was at such a fever pitch that George V eventually changed the royal family’s name from the very German “Saxe-Coburg-Gotha” to the thoroughly British “Windsor.”

A Netflix tem uma nova série sobre a família Romanov, a última família real russa. Eu vi a série toda no fim de semana passado e ainda bem que o fiz.

 

Eu não sabia, mas julho (16) marca o centésimo aniversário da execução do czar Nicolau II da Rússia, da sua mulher Alexandra e dos seus cinco filhos, Olga, Tatiana, Maria, Anastásia e Alexei. Isso acabou com a dinastia Romanov que já contava com 300 anos da família no trono imperial.

 

Recomendo vivamente que vejam também o documentário "A Casa Real de Windsor" (Netflix). Assim sendo, foram estas as coisas que achei interessantes de reter depois de ter visto a nova série:

 

1. Os seus parentes modernos incluem membros da família real britânica, nomeadamente o príncipe Harry e o príncipe William. O marido da rainha Elizabeth II, o príncipe Philip, é parente dos Romanov através da sua mãe e do seu pai. Philip é sobrinho-neto de Alexandra Romanov (esposa de Nicolau II), a última czarina da Rússia.


O primo em primeiro grau da rainha, o príncipe Michael de Kent, também tem uma relação única com os Romanov. Ele é neto da grã-duquesa Elena Vladimirovna da Rússia, primo de Nicolau II.

 

2. Na verdade, quando os restos mortais de duas crianças foram encontrados num campo em 2007 e se presumiu serem os de Maria e Alexei Romanov, foi o DNA do príncipe Philip que foi usado para identificá-los, resultados que foram revelados em 2016.

 

3. A Rainha Elizabeth II e todos os seus descendentes também são parentes dos Romanov através da Rainha Vitória, pois ela era a avó da Czarina Alexandra. A mãe de Alexandra era a segunda filha de Victoria, a princesa Alice. A rainha Elizabeth II é, por isso, bisneta da rainha Vitória.

 

4. A história de amor entre a Czarina Alexandra e o czar Nicolau II da Rússia tinha muitas semelhanças com a história da Rainha Vitória e do príncipe Albert. Ambos os casais estavam verdadeiramente apaixonados quando se casaram. Algo peculiar para a época, em que a realeza quase só se casava exclusivamente com a realeza.

 

5. A czarina Alexandra trouxe à relação com o czar Nicolau, o fanatismo místico e uma atitude vingativa. A rainha Vitória da Inglaterra, considerava-a instável demais para ter sucesso como imperatriz.


As inadequações pessoais de Nicolau e Alexandra levaram os dois a buscar apoio e aconselhamento de Grigori Rasputin, um homem santo cuja notória promiscuidade sexual, bebida alcoólica e maquinações políticas corruptas e ineptas em seu nome isolaram ainda mais o casal do governo e do povo da Rússia.


Entre os episódios, a estreita relação entre Rasputin e a mulher do czar, Alexandra, é dramatizada na televisão. A confiança e a fé da czarina em Rasputin permitiram que ele se aproximasse da família russa e possuísse considerável poder. Infelizmente, nunca saberemos se Rasputin e Alexandra realmente tiveram um caso ou não, pois não há provas. Alexandra escreveu variadíssimas cartas a Rasputin, que poderiam ser interpretadas de forma romântica, mas não há evidências que sugiram que elas estavam realmente a ter um caso.

 

6. Alexandra trouxe a "doença real" (hemofilia) para a família e a passou para o seu filho, o herdeiro imperial, Tsarevich Alexei, prejudicando o poder da família e distorcendo os seus interesses. A hemofilia é uma condição rara que afeta a capacidade do sangue de coagular. A Rainha Victoria, da Grã-Bretanha, passou a mutação, através de duas das suas cinco filhas, a Princesa Alice e a Princesa Beatriz, para várias casas reais em todo o continente, incluindo as famílias reais da Espanha, Alemanha e Rússia.

 

7. Quando os assassinos atiraram contra a família, as crianças estavam a usar uma espécie de coletes à prova de balas. Os Romanov eram famosos pela sua coleção de jóias, e eles haviam deixado St Petersburg com uma grande quantidade de diamantes escondidos nas suas bagagens. Durante os últimos meses, eles costuraram os diamantes nas roupas íntimas feitas especialmente para o caso de precisarem de financiar uma fuga.

 

8. "The Last Czars" começa cada episódio com um impostor fingindo ser a grã-duquesa Anastasia Nikolaevna da Rússia. Em 1920, uma mulher de Borowihlas, Prússia Ocidental, apareceu em Berlim depois de saltar de uma ponte, alegando ser a princesa Anastasia da dinastia Romanov. Desde o assassinato da família, em 17 de julho de 1918, circularam rumores de que ela havia escapado.


Esses rumores espalharam-se devido ao fato de que nenhum remanescente da família real havia sido localizado até a década de 1990. Houve até relatos contemporâneos de soldados bolcheviques e da KGB à procura de comboios e casas para Anastasia, que apenas deram crédito aos rumores. Mas a mulher que apareceu em Berlim não era a verdadeira Anastasia.

 

9. Nicolau II também era primo do príncipe George V, neto da rainha Vitória. Eles eram muito parecidos e costumavam visitar-se com muita frequência. Nos 15 meses desde sua abdicação até a morte, as relações reais ainda no poder debateram-se e como deveriam conceder o asilo da família, com muitos dos descendentes dos Romanov, acreditando que o rei George V da Inglaterra poderia tê-los salvado.


George V expressou a sua preocupação perante a situação dos primos em cartas particulares, mas sabia que a situação era precária, tendo a maioria dos britânicos na época chamado ao ex-czar de "Bloody Nicholas".

 

O povo também desprezava Alexandra nascida na Alemanha, numa altura em que o sentimento anti-germânico estava bastante inflamado e isso levou a que George V tivesse optado por mudar o nome da família real do alemão “Saxe-Coburg-Gotha” para o mais britânico “Windsor”. 

 

 

 

 

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