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Dior's Exhibition at V&A Museum Part I | A World of Fairytales

April 6, 2019

Spanning 1947 to the present day, this exhibition trace the history and impact of one of the 20th century's most influential coutouriers, exploring the enduring influence of the fashion house and Dior's relationship with Britain. 

 

Christian Dior: Designer of Dreams opened in February at Victoria&Albert Museum and doing its success, has been extended until september. This is the largest and most comprehensive Dior exhibition in UK history. The show is also the biggest fashion exhibition to be put on by the museum since the hugely popular Alexander McQueen: Savage Beauty.

 

Christian Dior: Designer of Dreams will trace the 71-year history of the House of Dior, beginning in 1947, when Christian Dior opened his couturier at 30 Avenue Montaigne, the site where it still stands today.

 

Via the display of over 500 objects, the exhibit looks at the impact of Dior's 'New Look' (and how it has been reinterpreted again and again throughout Dior's history) as well as the house's relationship with travel, flowers, history and so much more. 

 

Christian Dior: Designer of Dreams is based on a previous major exhibition organised by the Musée des Arts Décoratifs in Paris, entitled "Christian Dior: Couturier du Rêve". But it's all reimagined by the V&A and includes a brand-new section that explore Christian Dior's fascination with British culture.

 

Dior admired the grandeur of the great houses and gardens of Britain. He also had a preference for Savile Row suits. In 1947, he hosted his first UK fashion show at London’s Savoy Hotel, and in 1952 established Christian Dior London.

 

One of the most precious dresses in this exhibition is Princess Margaret's 21st birthday dress. Dior designed this dress for Princess Margaret’s 21st birthday, and she was photographed by Cecil Beaton in it for her official birthday portrait. The exhibition also bring to life some of the house's most spectacular fashion shows which were staged in Britain, including the one in Blenheim Palace in 1954.

 

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Do ano 1947 até aos dias de hoje, esta exposição traça a história e o impacto de um dos mais influentes costureiros do século XX, explorando a influência duradoura da casa de moda e o relacionamento da Dior com a Grã-Bretanha.

 

‘Christian Dior: Designer de Sonhos’ foi  inaugurada em fevereiro no Victoria & Albert Museum e tendo em conta o gigantesco sucesso da exposição, foi prolongada até setembro. Esta é a maior e mais abrangente exposição da Dior na história do Reino Unido. É também a maior exposição de moda a ser realizada pelo museu desde a popular ‘Alexander McQueen: Savage Beauty’.

 

‘Christian Dior: Designer of Dreams’ vai traçar a história de 71 anos da Maison Dior, a partir de 1947, quando Christian Dior abriu o seu atelier na 30 Avenue Montaigne, local onde ainda hoje se mantém.

 

Através da exibição de mais de 500 objetos, a exposição analisa o impacto do "New Look" da Dior (e como ele foi reinterpretado repetidamente na história da Dior), bem como a relação da casa com viagens, flores, história e muito mais .

 

‘Christian Dior: Designer of Dreams’ é baseada numa grande exposição anteriormente organizada pelo Musée des Arts Décoratifs em Paris, intitulada "Christian Dior: Couturier du Rêve". Mas tudo aqui é reimaginado pelo V & A e inclui uma seção totalmente nova que explora o fascínio de Christian Dior pela cultura britânica.

 

Dior admirava a grandeza das casas e jardins da Grã-Bretanha. Ele também tinha uma preferência pelos fatos da Savile Row. Em 1947, organizou o seu primeiro desfile de moda no Reino Unido no Savoy Hotel, em Londres, e em 1952 fundou a Christian Dior em Londres.

 

Um dos vestidos mais preciosos desta exposição é o vestido de aniversário da princesa Margarida. A Dior desenhou este vestido para a celebração dos 21 anos da princesa, e ela foi fotografada com ele por Cecil Beaton para o seu retrato oficial de aniversário. A exposição também dá vida a alguns dos desfiles de moda mais espectaculares da casa, realizados na Grã-Bretanha, incluindo o do Palácio de Blenheim em 1954.

 

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CHRISTIAN DIOR

DESIGNER OF DREAMS

"Christian Dior was born into a wealthy Normandy family in the French seaside town of Granville on 21 January 1905. As a child he shared his mother's love of gardens. His early passions included architecture and designing fancy dress costumes for his friends. Sent by his parents to study political science in Paris, Dior gravitated towards a bohemian group of friends.

 

In 1928 he opened an art gallery, but the business foundered when the Dior family fortune collapsed following the 1929 finacial crisis. Forced to find a new way to make a living, Dior took up fashion drawing, eventually working with top coutouriers Robert Piguet and Lucien Lelong. 

 

In 1946, he founded his own couture house. On 12 february 1947, the House of Dior launched its first collection. Dubbed 'the New Look' by the press, the collection had an instant and unparalleled influence on fashion around the world. By 1955 it accounted for over 50% of overseas exports of French haute couture.

 

'The New Look' offered a radical alternative to the boxy, masculine style of women's fashion after the Second World War.

Inspired by the bar at the Hôtel Plaza Athénée in Paris, the Bar suit became the emblem of the New look. Successive creative directors at the House of Dior have each reinterpreted teh Bar suit in homage to the house's founder.

 

In the prime of his career. Christian Dior died suddenly on 24 October 1957."

"Christian Dior nasceu no seio de uma família abastada da Normandia na cidade do litoral francês Granville a 21 de janeiro de 1905. Quando criança, ele compartilhava a paixão da mãe pelos jardins. As suas primeiras paixões incluíam arquitetura e design de figurinos para os seus amigos. Enquanto estudou ciência política em Paris, Dior passou os seus dias rodeado de um grupo amigos boémios.

 

Em 1928 ele abriu uma galeria de arte, mas o negócio fracassou quando a fortuna da família Dior entrou em colapso após a crise financeira de 1929. Forçado a encontrar uma nova maneira de ganhar a vida, Dior assumiu o design de moda, acabando por trabalhar com os principais coutouriers da época, Robert Piguet e Lucien Lelong.

 

Em 1946, fundou a sua própria casa de costura. A 12 de fevereiro de 1947, a maison Dior lançou a sua primeira coleção. Apelidada pela imprensa de "New Look", a coleção teve uma influência instantânea e inigualável na moda em todo o mundo. Em 1955, representava mais de 50% das exportações de alta-costura ultramarinas francesas.

 

"The New Look" ofereceu uma alternativa radical ao estilo masculino e feminino da moda feminina após a Segunda Guerra Mundial.

Inspirado no bar do Hôtel Plaza Athénée, em Paris, o fato ‘Bar’ tornou-se uma espécie de emblema do ‘New Look’. Sucessivos diretores criativos da maison chegaram a reinterpretar o fato Bar em homenagem ao fundador da casa.

 

No auge de sua carreira, Christian Dior morreu repentinamente a 24 de outubro de 1957. "

THE DIOR LINE

"Anchored by the curves of the female figure, Christian Dior's designs played with structure and proportion to create clothes that powerfully expressed an attittude. He carefully considered the effect of movement, acknowledging that even the most ethereal garment relied on careful construction and elaborate workmanship.

 

From the launch to his death ten years later, Dior designed 22 collections, eachoften comprising over 150 looks. The names he chose for each new line reflected the dominant silhoutte, from Zig Zag, Verticale and Sineuse to more concrete suggestions such as Tulipe, Flèche and Fuseau."

"Ancorados nas curvas da figura feminina, os desenhos de Christian Dior brincavam com a estrutura e proporção para criar roupas que expressavam uma atitude de poder. Considerava cuidadosamente o efeito do movimento, reconhecendo que até mesmo a roupa mais etérea dependia de uma construção cuidadosa e de um trabalho elaborado.

 

Do lançamento da marca até à sua morte, dez anos depois, a Dior projetou 22 coleções, cada uma com mais de 150 looks. Os nomes que ele escolheu para cada nova linha refletiam a silhueta dominante: desde Zig Zag, Verticale, Sineuse, a sugestões mais concretas como Tulipe, Flèche e Fuseau. "

Princess Margaret's 21st birthday dress

"Embellished with golden straw embroidery, the dress was an adaptation of the Matinée Poétique design from his Spring/Summer 1951 haute couture collection. Cecil Beaton photographed the princess in the dress for her birthday portrait. With its buttoned bodice and full skirt, the dress shows just how well Dior clothes and the New Look silhouette suited sall-waisted women, such as the young princess."

"Embelezado com bordados de fios de ouro, o vestido foi uma adaptação do design da Matinée Poétique da sua coleção de alta costura primavera / verão de 1951. Cecil Beaton fotografou a princesa com o vestido para o seu retrato de aniversário. Com um corpete abotoado e saia cheia, o vestido mostra como as roupas da Dior e a silhueta do New Look combinavam com mulheres de cintura baixa, como a jovem princesa."

DIOR IN BRITAIN

 

"Dior was a confirmed Anglophile. From his first visit to Britain in 1926, he was charmed by the country in which 'the past lies so vividly around'. As a coutourier, he was delighted to dress English debutantes and the young Princess Margaret.

 

Following his first British fashion show at London's Savoy Hotel in 1950, Dior began showing his collections in grand country houses such as Blenheim Palace. Frequently held in aid of charity, the shows provided great publicity, with crowds of guests eager to see the latest Dior designs.

In 1952 Dior established C.D. Models. The London business provided ready-to-wear versions of his haute couture garments through exclusive department stores such as Harrods and Kendal Milne in Manchester."

"Dior era um anglófono assumido. Desde a sua primeira visita à Grã-Bretanha em 1926, ele ficou encantado com o país em que ‘o passado está tão vivamente presente.’ Como costureiro, ele ficou encantado ao vestir debutantes inglesas, nomeadamente a jovem princesa Margarida.”

 

Depois do seu primeiro desfile de moda britânico no Savoy Hotel, em Londres, em 1950, Dior começou a mostrar as suas coleções em grandes casas de campo, como o Palácio de Blenheim. Frequentemente realizados em forma de eventos de solidariedade, os desfiles proporcionaram grande publicidade, com multidões de convidados ansiosos para ver as últimas criações da Dior.

 

Em 1952, Dior estabeleceu o C.D. Models. A empresa londrina fornecia versões de pronto-a-vestir das suas roupas de alta-costura, através de departamentos de lojas  exclusivos, como o Harrods e a Kendal Milne, em Manchester."

 HISTORICISM

Christian Dior often cited historic periods in his designs - the sinuous lines of Belle Époque dress from the late 1800s: the tightly waisted mid-19th cetury styles worn by the French Empress Eugénie. The dramatic silhouttes of the 18th century held a particular fascination. Dior's premises at 30 Avenue Montaigne in Paris had a neo classical façade, medallion-backed chairs, and white and grey panelling like that of the Petit Trianon at Versailles, a shade of grey Dior is said to have revived. 

 

To display Dior perfumes, his friend Victor Grandpierre devised a stand based on the Temple of Love at Versailles, built for Marie Antoinette in 1778.

 

Numerous references to theh 18th century can be found in the dresses created by Dior and his successors. They draw on the lavish style of the court dress worn at Versailles and the décor and decorative arts of the period. "

"Christian Dior costumava citar períodos históricos nos seus projetos - as linhas sinuosas do vestido da Belle Époque do final do século XIX, os estilos de cintura média usados pela imperatriz francesa Eugénie, bem como as dramáticas silhuetas do século XVIII. Em particular, as instalações da Dior na Avenue Montaigne, 30, em Paris, tinham uma fachada neo-clássica, cadeiras apoiadas em medalhões e painéis brancos e cinzentos como o do Petit Trianon em Versalhes, um tom de cinza que a Dior soube trazer de volta.

 

Para exibir os perfumes Dior, o seu amigo Victor Grandpierre criou um stand inspirado no Templo do Amor de Versalhes, construído para Maria Antonieta em 1778.

 

Numerosas referências ao século XVIII podem ser encontradas nos vestidos criados por Dior e pelos seus sucessores. Eles baseiam-se no estilo luxuoso dos vestidos de baile usados em Versalhes e na decoração e artes decorativas daquela época."

 

TO BE CONTINUED...

 

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