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The attempted murder of the Queen

March 9, 2018

It happened back in 1981, during the official visit of Her Majesty the Queen to New Zealand. According to newly revealed documents that remained secret untill now, a 17-year-old fired a shot at the monarch.

 

The documents from New Zealand’s intelligence agency, detail a plot by the teenager, Christopher Lewis, who tried to kill Elizabeth II while she was on a trip to Dunedin, New Zealand, on October 14 of that year. Lewis is described in the documents as “severely disturbed,” and shot at the Queen as she got out of her vehicle. Apparently, he hid in a deserted restroom cubicle on the fifth floor of a building overlooking her parade, but his shot didn’t go anywhere near the monarch.

 

The crowds heard the sound but at the time they were told it wasn’t a gunshot, but instead a sign falling over. After that, Lewis was charged with unlawful possession and discharge of a firearm, but wasn’t charged with treason or attempted murder. He was sentenced to three years behind bars, and according to The Australian, he spent some of that time plotting to kill Prince Charles. After he was released, authorities kept a close watch on his activity during major events.

 

The New Zealand authorities had been accused of covering up the assassination attempt in order to smooth things over during the royal visit. More than 10 years after the assassination attempt, Lewis was charged with the murder of a mother in Auckland and the abduction of her baby daughter. He electrocuted himself in prison in 1997. 

Aconteceu em 1981, durante a visita oficial de Sua Majestade a Rainha à Nova Zelândia. De acordo com documentos recém-revelados que permaneceram secretos até hoje, um jovem de 17 anos disparou um tiro contra a monarca.

 

Os documentos da agência de inteligência da Nova Zelândia dão detalhes do plano do adolescente, Christopher Lewis, que tentou matar Elizabeth II enquanto estava de visita oficial a Dunedin, na Nova Zelândia, no dia 14 de outubro daquele ano. Lewis é descrito nos documentos como "severamente perturbado" e terá atirado na rainha quando esta saía do veículo que a transportava. Aparentemente, ele ter-se-á escondido num cubículo abandonado no quinto andar de um prédio com vista para o cortejo real, mas o tiro não chegou nem perto da monarca.

 

As multidões ouviram o som, mas no momento foi-lhes dito que não se tratava de um tiro, mas sim da queda de um sinal. Depois disso, Lewis foi detido por se encontrar sob a posse de uma arma de fogo e pela descarga ilícita da mesma, mas não foi acusado de traição ou tentativa de assassinato. Foi condenado a três anos de prisão e, de acordo com o jornal The Australian, passou algum tempo a planear matar o príncipe Carlos. Depois de ser libertado, as autoridades observaram atentamente sua atividade durante grandes eventos.

 

As autoridades da Nova Zelândia foram acusadas de encobrir a tentativa de assassinato para suavizar as coisas durante a visita real. Mais de 10 anos após a tentativa de assassinato, Lewis foi acusado do assassinato de uma mãe em Auckland e do sequestro da filha bebé desta. Lewis acabou por se suicidar na prisão em 1997.

 

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