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The Power of Churchill’s Words

February 18, 2018

‘I have nothing to offer but blood, toil, tears and sweat’

 

Here they are, the words that marked Churchill’s first speech as Prime Minister in 1940. Strong and hard words... but the words, not only England needed to hear, but the whole world.

 

I’m writing this post, not just because I absolutely admire the figure of Winston Churchill, but also because I’ve watched recently the movie ‘Darkest Hour’ from the british director Joe Wright and with the exceptional work of Gary Oldman as Churchill. The film is a great lesson of history that everyone should take.

 

His, sometimes, odd way of talk had to do with a speech problem he had since childhood. Something that Churchill hated once a little boy, but then he learned was a powerful weapon in his broadcasting messages on the radio, during the war.

 

But informality was not a characteristic of Churchill at all. First, he was a very good writer, winning the Nobel Prize of Literature in 1953, and he was a journalist as well. So, as Prime Minister, he always wanted to have his speeches well prepaired, and we can see that in the ‘Darkest Hour’. He never had someone to do the job for him, as many other politics do today. He was the owner of his word. So he said: ‘history will be kind to me, because I intend to write it myself’.

 

He also used a lot of emotive language and metaphors, strongly simulating the imagination of his listeners. He mastered as well the art of alliteration, often repeating the most sonorous words to maximize impact. He, surely, had a gift.

 

But one of most famous speeches of him was the one he wrote in 18th june 1940, after Great Britain becomes alone in the war, when France was defeated. We see that in the movie as well. He changed the speech until the last minute... and the copies of it are in the University of Cambridge, and there we can see the drafts and more drafts he did. Basically, he produced the speech the moment he was reading it on the radio. He wanted to cheer the United Kingdom on the eve of the air bombing. That’s why his words were extremely important.

 

The movie show us a final curious scene (one of my favourites): when Churchill goes down the tube (something a Prime Minister never should do) at Westminster Station, and talks with people trying to find out if he was right in his decision, if he could take the United Kingdom to the limit or should surrender. That scene no one knows if it is truthful, but true it is that the real Churchill sometimes enjoyed having walks through the streets of London to hear what people were saying. And that gave him the courage to yell in the Parliament the words; ‘We should fight on the beaches, on the landing grounds, in the fields and in the streets, we shall fight in the hills. WE SHALL NEVER SURRENDER.’ And that, I believe, is the spirit of british people until today.

"Não tenho nada a oferecer senão sangue, trabalho, lágrimas e suor"

Aqui estão, as palavras que marcaram o primeiro discurso de Churchill como primeiro-ministro em 1940. Palavras fortes e difíceis ... mas palavras que não só Inglaterra precisava de ouvir, mas também o mundo.

 

Escrevo este post, não apenas porque admiro absolutamente a figura de Winston Churchill, mas também porque assisti recentemente ao filme 'Hora Mais Escura' do diretor britânico Joe Wright e com o talento excepcional de Gary Oldman na pele de Churchill. O filme é uma ótima lição de história que todos deveriam ter.

 

O seu, por vezes, modo estranho de falar tinha a ver com um problema de fala que ele tinha desde a infância. Algo que Churchill odiava quando era criança, mas que mais tarde soube transformar em arma poderosa nas suas mensagens transmitidas pela rádio, durante a guerra.

Mas a informalidade não era uma característica de Churchill. Primeiro, ele era um escritor muito bom, chegando a ganhar o Prémio Nobel de Literatura em 1953, depois foi também jornalista. Por isso, como primeiro-ministro, ele sempre quis que os seus discursos fossem bem preparados, algo que podemos ver na "Hora Mais Escura". Ele nunca teve alguém para fazer o trabalho por ele, como muitos outros políticos de hoje. Ele era o dono da sua palavra. Por alguma razão ele afirmou: "a história será gentil comigo, porque pretendo escrevê-la eu mesmo".

 

Ele também usou muita linguagem emotiva e metáforas, estimulando fortemente a imaginação de seus ouvintes. Ele também dominou a arte da aliteração, muitas vezes repetindo as palavras mais sonoras para maximizar o impacto. Ele, certamente, tinha um dom.

Mas um dos discursos mais famosos dele foi o que ele escreveu a 18 de junho de 1940, depois que a Grã-Bretanha fica sozinha na guerra, quando a França é derrotada. Também vemos isso no filme. Ele mudou o discurso até ao último minuto ... e as cópias do documento estão hoje na Universidade de Cambridge, e lá podemos ver os rascunhos e mais rascunhos que ele fez. Basicamente, ele produziu o discurso no momento em que o estava a ler na rádio. Ele queria dar ânimo ao Reino Unido na véspera do bombardeio aéreo. É por isso que as suas palavras foram extremamente importantes.

 

No final, o filme mostra-nos uma cena curiosa (uma das minhas favoritas): quando Churchill entra no metro de Londres (algo que o primeiro-ministro nunca deveria fazer) na estação de Westminster e conversa com pessoas comuns tentando descobrir se estava certo na sua decisão: se poderia levar o Reino Unido ao limite ou render-se. Essa cena ninguém sabe se é verdadeira, mas é verdade que Churchill às vezes gostava de fazer caminhadas pelas ruas de Londres para ouvir o que as pessoas diziam. E isso deu-lhe a coragem de gritar no Parlamento as palavras; "Devemos lutar nas praias, nas terras de desembarque, nos campos e nas ruas, devemos lutar nas colinas. JAMAIS NOS RENDEREMOS." E esse, acredito que seja o espírito dos britânicos até hoje.

 

 

 

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